Vi Na Netflix | Meu Eterno Talvez


Meu Eterno Talvez é a comédia romântica mais fofa do ano e tenho dito!

Sinopse: A famosa chef Sasha e o músico Marcus se reencontram depois de 15 anos. A atração ainda existe, mas não vai ser fácil para eles se adaptarem à vida um do outro.



Eu estou em vibes comédia romântica, não é? E ainda pensando em representatividade asiática como na resenha Josh & Razel... agora tem filminho da netflix com Meu Eterno Talvez.

Bem, conhecemos a história dos dois desde muito cedo! Sasha e Marcus são melhores amigos e vizinhos de porta e ela vive na casa dele para quase tudo já que seus pais lhe provêm uma boa vida, mas a jovem fica sozinha a maior parte do tempo em casa. 
Os dois crescem como melhores amigos e estão presentes nos grandes marcos da vida até o colegial. Aí o negócio meio que desanda quando os hormônios falam mais alto e roupas voam no velho Corolla do Marcus. Daí pra frente, caminhos diferentes.

Não antes sem adolescentes serem bobos e falarem verdades, mas sem tato nenhum. 
Como eu disse: caminhos diferentes.
Sasha vai atrás de algo que aprendeu e praticou muito com a mãe de Marcus: cozinhar. Ela é a chef responsável por alguns dos restaurantes mais famosos de cozinha asiática pelos Estados Unidos e, recentemente, noivou com um dos maiores empresários do ramo, mas o cara é um babaca. 
Marcus? Ele ainda mora com o pai, toca na banda que fundou no colegial e trabalha com o pai no negócio da família.

Sasha recebe um pedido bem inusitado do noivo antes de ir inaugurar seu novo restaurante na sua cidade natal, São Francisco: ele quer explorar possibilidades antes de se amarrar em um casamento. Resumo? O cara quer galinhar por aí e viaja. 
O que Sasha vê uns dias depois? Foto dele com OUTRA mulher já assumindo relacionamento. Nem é spoiler porque está no trailer, mas ela manda ele pastar pra longe.
De volta em São Francisco, quem está lá para ajudar a instalar o novo sistema de refrigeração da casa? Seu ex amigo (e peguete?) Marcus e o pai dele. E, por mais diferentes que levem suas vidas agora, o passado e a confortabilidade (quer coisa mais gostosa que já conhecer alguém e ainda gostar da pessoa?) os pega de jeito e o tempo que ela passa lá para abertura do novo restaurante é o tempo que eles retomam a amizade. Ela conhece a namorada dele, vai ao show da sua banda, ele vai a um evento familiar dela, ela começa a sair com alguém novo e leva Marcus para conhecer ele em uma sequência de cenas hilárias estrelando Keanu Reeves (ENTENDA, MACHO, EU TE AMO!). 

E a pegação dos dois, rola? Ô, claro que rola, meu consagrado leitor! E SE ROLA.
Só que eles chegam em um impasse quando ela inaugura o restaurante e tem que ir para a próxima inauguração... em Nova Iorque! Mas Marcus tem toda sua vida empacada em São Francisco. E aí? Ficam ou não ficam? Almas gêmeas? Ou o que passou, importou, mas passou? É o que você tem que assistir e descobrir.
Acho que o melhor resumo do filme e a característica que mais me chamou atenção é a representatividade REAL e a Cosmo colocou em palavras muito bem isso: A representação não termina com o elenco. A comida, a dinâmica e as caracterizações são asiáticas vista pelas lentes de asiáticos e não da Hollywood branca.
Meu Eterno Talvez é a comédia romântica que eu me vi (já com meus trinta e tantos) e recomendo para todo mundo ver.

AH, PÉRA AÍ! Antes de você ir, saiba que o título do filme foi baseado nesse hino da brega maravilhosa Mariah Carey:


Meu Eterno Talvez (Always be my maybe)
Direção: Nahnatchka Khan
Distribuição: Netflix
Lançamento: 31 de maio de 2019
Elenco: Ali Wong, Keanu Reeves, Randall Park, Miya Cech
Renata Pamplona
PUBLICADO POR

"Lendo e resenhando muita coisa da cultura pop. Inevitavelmente Geek e apaixonada por mais personagens fictícios que pode contar."

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