20 dezembro 2017

CCXP 2017: Painel Netflix - Bright

Ainda estamos com saudade da CCXP 2017 e tivemos um último dia lá cheio de emoções, como o Painel de Bright, novo filme original Netflix, com participação do elenco e diretor! Dá uma olhada no que vimos.
Bem, para quem nos acompanhou via instagram, sabe que no domingo (10), último dia de Comic Con Experience, nós chegamos às 05 da manhã, entramos direto para painel e só saímos no finalzão depois de ver muita coisa legal. O que rola nos painéis? Muita novidade exclusiva para a convenção com trailers exclusivos, estréias, brindes e novidades, além de podermos presenciar entrevistas com muitos astros. Eu escrevi na semana passada sobre o painel Jurassic World e a Carol sobre o da Warner e, gente, 2018 vai ter muitas emoções para vários fandoms.
Nesse da Netflix, a queridinha das maratonas trouxe nada menos que o diretor David Ayer, Joel Edgerton e o príncipe de Bel-Air, Will Smith, que fizeram mais de 3.500 pessoas vibrarem no Auditório Cinemark!
O trio sentou com a Aline Diniz (Grupo Omelete) e respondeu perguntas sobre o filme, processo criativo de Bright e o Will cantou o tema da série que o colocou no mapa lá nos anos 90, para delírio do público.
Para quem não lembra do diretor, ele foi também responsável por Esquadrão Suicida, onde Will interpretou o Pistoleiro. Embora o filme tenha sido um fracasso de críticas, os dois ficaram amigos desde então e Will contou que quando surgiu o projeto, ele pulou imediatamente na chance de trabalharem juntos. Joel foi só a cereja no sorvete, sendo o mais novo na equipe.
Com um orçamento de 90 milhões de dólares, Bright foi uma surpresa quando anunciado pela Netflix no começo de 2017 e tendo um nome tão grande quanto de Will Smith. Ninguém sabia direito do que se tratava, mas havia fantasia urbana policial no meio e ei... é Netflix.

Você lembra do trailer?
Joel Edgerton passava por horas de maquiagem antes de entrar no set como Nick Jacoby, um orc que escolheu sair das facções gangsters e entrar para polícia sendo o PRIMEIRO policial orc nessa ordem de fantasia nos EUA. O ator está irreconhecível não só de aparência, mas de personalidade no filme, tendo a inocência e razão de um ser descobrindo as sutilezas e durezas dos seres humanos.
Ele e Will ficaram amigos durante as filmagens, tendo que gravar durante horas e horas com personalidades trocadas, sendo que na vida real Joel é mais sério e Will é mais extrovertido. 
Como é trabalhar com fadas, orcs, elfos e humanos? Uma experiência interessante para os três. 
Will já havia atuado em filmes com muitos efeitos especiais. Foi uma boa.
David já havia dirigido filmes com muitos efeitos especiais. Foi uma boa.
Joel? A experiência de trabalhar com maquiagem pesada (e quase não se reconhecer no espelho) e foi bem-vinda.
Will instigou a platéia a pedir nas redes sociais para Netflix por um Bright 2, já que apesar do filme ser originalmente pensado como único, ainda há um universo enorme para ser explorado. 
Mais um detalhe do set de filmagens? Will e Joel revelaram que David leva muito à sério querer reações reais dos atores e dava sustos ou não avisava os atores de certas explosões e efeitos para ter uma reação genuína.
Também contaram que andaram com policiais de verdade para estudarem suas ações e tiveram boas risadas coletadas, pois passavam vários "perrengues" como Joel com medo de uma abelha e dando gritinhos histéricos e Will com medo de tiros e criminosos de verdade que conheceram. 
David destacou que o público pega o produto pronto, perde essa coisa de saber o que rolou por trás das câmeras e eventos como esse (Will e Joel concordaram) são essenciais para a relação entre produção e público estreitarem. Foi lindo de se ver!
O trio esbanjou simpatia pela CCXP! Foi épico!
Ah, já disse que assistimos o filme e sexta de manhã sai resenha? 😉