04 junho 2017

O Pausa viu: Mulher Maravilha (2017)


76 anos de espera, centenas de quadrinhos com a heroína e Princesa Diana e uma redenção (ou folga?) para o Universo Cinemático da DC (UCDC)!

Bem, na tarde deste sábado (03), Carol (a editora-chefe), eu e colegas (alguns blogueiros) fomos assistir Mulher Maravilha. Sem pressão (da minha parte) e sem expectativas. Eu fui mesmo pelo balde de pipoca!

Querido(a) leitor (a), adivinhem quem se surpreendeu com o filme? Eu mesma. Eu não odiei! O que é muito se tratando do UCDC.

Eu não quero dar spoiler nenhum, então vou comentar somente alguns pontos do filme e a sinopse oficial, ok?

Sinopse:
Antes dela ser Mulher Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, uma guerreira treinada. Quando um piloto cai na Ilha e conta conflitos do mundo lá fora, ela deixa seu lar para lutar na guerra para acabar com todas as guerras, descobrindo seus poderes e seu destino verdadeiro.
Sobre pontos...

As amazonas: Aaaaaah eu quero um filme todo passado em Themyscira! Quero mais histórias das amazonas! Quero ver treinamento e mais dessa ilha. 💙


Eu tinha um medo MUITO grande de que a Warner e produtores fossem querer focar um romance para a Mulher Maravilha. Uma das coisas que sempre admirei na Diana era justamente esse jeito de não ter paciência para palhaçada dos homens (claro que MUITA coisa mudou desde os anos 1940, quando a personagem foi criada), então terem colocado o Steve Trevor no seu devido lugar bem aproveitado. Amém, Patty Jenkins, diretora da empreitada!

P.S.: O Chris Pine, que interpreta o Steve, é muito bonito para ser ator. SÉRIO, GENTE! NÃO RIAM! Não consigo me concentrar com esse cara fazendo carinha de cachorro abandonado. 


Uma outra coisa. POR FAVOR, NÃO ME BATAM! A Gadot não me convence atuando (em nenhum filme), mas ela tenta e eu aprecio MUITO isso. Pode ter sido a direção da Patty, mas o fato é que as cenas em que a Diana (aliás, várias Dianas em fases diferentes de crescimento) está treinando e quando descobre ser MAIS do que as outras amazonas, são muito bonitas. A ingenuidade que a personagem leva ao longo do filme ao descobrir o mundo dos homens e suas fraquezas é encantadora. 

A Diana não é necessariamente arisca ou sarcástica de propósito, é só ela descobrindo um mundo completamente estrangeiro para ela. A Diana que vemos aqui está dando socos nos caras maus, quebrando obstáculos e enfrentando tiros de frente. É a heroína que muitos esperavam ver, e posso dizer que é a heroína que eu esperava ver. Pela primeira vez, a parte MARAVILHA é vista em ação, mas não só pela parte Mulher, mas pela primeira vez sinto que estou vendo uma HEROÍNA. Algo mais do que poderes extras ou simplesmente ter dinheiro para bugigangas (Oi, Batman).

O filme não chega a ter tantas piadas a ponto de perder a (pseudo) seriedade do UCDC, mas é um bafo de ar fresco em meio à tantos filtros cianos do que já vimos nas telonas.


Eu vou deixar essa foto aqui para apreciar o squad da Diana. Estão nesse still como no filme, no background. E que bom que foi assim.

Duas observações:

1- David Thewlis, o homão não está na foto, mas está no filme como Sir Patrick, eu te venero!
2- Chefe, interpretado pelo nativo Eugene Brave Rock, pode ser um personagem da DC que não foi creditado e não teve seu passado revelado neste filme. 
3 - Elena Anaya, que interpretou a Dr. Maru, já esteve no horrível A pele que habito. A mulher tem jeito com máscaras mesmo!


Agora é aguardar Novembro e ver o filme com a Diana, o Homão da P###@ Aquaman Momoa, as piadas do Flash e o resto.

Fica a dica que, por enquanto, Mulher Maravilha está nos cinemas e vale seu ingresso. Aprecie um dos melhores filmes de super-heróis do ano.