15 março 2016

Cena extra de Playboy Irresistível - Tradução @bbastardbr

A universo dos livros divulgou hoje, a capa e data de lançamento do novo livro da série Irresistível. O conto de Will e Hanna chega ao Brasil ainda em abril de 2016 com o título de "Chefe Irresistível".

Confira também mais uma cena extra traduzida pela equipe Beautiful Bastard BR
  do livro Palyboy Irresistível.


      A Negociação


Uma cacofonia de buzinas soaram na janela, rudemente me acordando. Eu rolei para as minhas costas, apertando os olhos e respirando fundo antes de olhar para o relógio. As paredes eram deslumbrantemente brancas, o ar já quente, insinuando o calor sufocante que iríamos enfrentar mais tarde.
Não era possível que já fosse tão cedo quanto o meu corpo privado de sono teria desejado.
Sete e treze.
Porra. Eu esqueci de configurar o alarme.
Não há tempo para uma corrida. Nós tínhamos dormido demais.
Hanna estendeu a mão para mim, quente e lenta, mão que deslizou para baixo da minha barriga nua, desacelerando no rastro de pêlos em meu umbigo e, finalmente, se enrolando em volta do meu pau. Eu acalmei o movimento da mão dela, tentando me sentar, lutando contra o peso suave e sonolento de seu torso envolto em mim. “Espera, espera, espera. Eu tenho que levantar.”
Com uma risadinha, ela deslizou uma perna para o outro lado da minha cintura e se moveu para ficar em cima de mim, esfregando-se no meu pau até que eu tivesse mais do que apenas uma ereção matinal.
E foda-se. Me fode.
“Hanna”.
“O que?” Ela se inclinou, pressionando minúsculos beijos quentes em meu pescoço. “Você chegou aqui tão tarde ontem a noite.” Seus lábios se moveram até minha orelha, dentes mordiscando. Sua respiração estava quente, o corpo macio e flexível sobre o meu. “Eu nem sequer ouvi você chegando.”
“Eu sei.” Ela estava dormindo quando cheguei à casa dela e, depois de sua semana cheia de entrevistas de emprego, por uma vez eu não tive a coragem de acordá-la. “Você estava dormindo.”
Ela beijou seu caminho até minha orelha. “Só um pouco de sexo?”. Hanna revirou os quadris sobre o meu, deslizando a ponta do meu pau pra dentro.
“Ameixa.” Eu gemi. “Eu tenho uma reunião às oito e meia.”
“Vamos,” ela sussurrou. “Rapidinho.”
Ela inclinou a cabeça, deixando-a cair no meu ombro e olhando para mim com olhos cinzentos sonolentos. Levei minha mão até sua bochecha, empurrando seu cabelo bagunçado do rosto. “Você sabe que eu não gosto de fazer rapidinho.”
Um sorriso surgiu em um lado de sua boca. “Eu sei, mas eu sim.”
O dia que eu conseguisse resistir à Hanna-Bergstrom-em-breve-Sumner seria o dia em que eu morreria. Eu gemi, alcançando seus quadris e arqueando-me, deslizando para dentro dela.
Ela engasgou, sentando-se na posição vertical e apoiando as mãos no meu peito, mexendo lentamente em cima de mim com um sorriso.
Eu olhei para os seus lábios, molhados e abertos. Olhei para seus seios, mamilos apertados em cima de ondas pesadas.
Eu olhei para a sua cintura estreita, a curva de seus quadris, as coxas tonificadas agarrando a minha cintura.
Olhei para o único anel em seu dedo.
Porra.
Ela levantou uma mão usando-a para puxar o cabelo sobre o ombro, e deixar o polegar da outra esfregar para trás e para frente no meu mamilo.
E a filha da mãe não começou a acelerar. Ela estava se deleitando.
“Hanna”, eu rosnei, agarrando seus quadris, segurando-a alguns centímetros pra cima para que eu pudesse empurrar pra dentro dela.
Ela riu, deixando-me rolá-la para o lado para que eu pudesse trabalhar o meu corpo em cima do dela, a força suave de seu aperto fazendo-me sentir bêbado, tonto. Suas mãos se enterraram em meu cabelo, puxando meu rosto para seu pescoço, implorando silenciosamente pelos meus dentes, para sugar brutalmente e empurrá-la no abismo.
“Você é tão quente”, eu murmurei, mordendo-a gentilmente. “Tão macia. Por que você não me acordou à uma hora atrás? Eu poderia estar fazendo isso há uma hora “.
Hanna deu de ombros, se mexendo em mim. “Você esqueceu de definir o alarme. O alarme fazer-amor-com-Hanna-antes-da-grande-reunião.”
Eu pressionei meu ouvido em seus lábios, querendo consumir seus sons afiados que cresciam mais e mais, e então ela estava arqueando em meus braços, gozando no meu pau, unhas enterradas em meu couro cabeludo.
Eu não achava que poderia chegar lá rápido— acho que eu nunca iria querer apressar algo com Hanna na cama—mas ela se afastou, me puxando para seu peito e esfregando seus seios em todo o meu rosto. Rindo, eu rolei sobre ela, montando-a com força e com três. . . cinco. . . dez estocadas profundas até que a intensidade do meu orgasmo atingiu a minha espinha e através de mim, puxando um gemido profundo da minha garganta.
Eu me acalmei sobre ela, baixando lentamente meu corpo ao dela e beijando-a. Olhos fechados, lento e doce. Eu senti como eu sempre me sentia depois de fazer amor: como se eu nunca fosse ser capaz de afastar-me de sua pele.
“Eu te amo”, disse ela em um beijo.
“É melhor mesmo” Outra buzina soou bem alto fora da janela. Eu plantei mais um beijo em sua boca antes de sair de dentro dela com um gemido e sair da cama.
Me observando, Hanna sentou-se, puxando o lençol sobre seu colo. “Que horas é a sua reunião de novo?”
Voltei a olhar para o relógio. “Em 45 minutos”.
“Você tem tempo de sobra.”
Eu joguei-lhe um olhar levemente cético sobre o meu ombro e cavei na minha bolsa, procurando. “Porra. Esqueci minha gilete.”
“Usa a minha”, ela disse, dando de ombros.
“Tem aquela loção nela todinha,” eu disse a ela, gesticulando vagamente. “Eu vou cheirar igual piña colada.”
“O horror.”
Esta situação estava começando a incomodar.
Quero dizer. . . na verdade não—eu tinha Hanna toda noite, seja aqui ou na minha casa, mas eu odiava a sensação transitória sobre bolsas com coisas de dormir e as decisões diárias sobre onde iríamos dormir com base em nossos horários de trabalho no dia seguinte. Nós estávamos à sete quarteirões de distância, pelo amor de Deus. Não importava onde dormíamos. Eu queria todas as malditas coisas domésticas com ela—ir à lavanderia, assistir futebol em casa juntos em um domingo preguiçoso, dividir as compras do supermercado. Estaríamos nos casando em questão de meses e ainda não tínhamos um plano sobre onde iríamos morar.
Eu queria estar com ela de verdade—agora—em uma casa compartilhada. Nossa casa.
Como se ela estivesse tendo o mesmo pensamento, ela disse: “Você sabe, se você morasse aqui as coisas seriam muito mais fáceis de manhã.”
“Ou” eu reagi, entrando no banheiro para escovar os dentes, “se você fosse morar comigo estaríamos sete quadras mais perto do meu escritório e eu poderia ter tomado sete minutos a mais pra fazer sexo com você esta manhã.”
Hanna se levantou, me seguindo até o banheiro e se esticando até colocar o queixo perto do meu ombro, encontrando meus olhos no espelho. “William”.
Falando em volta da minha escova de dentes, eu respondi: “Hanna”.
Ela estreitou os olhos. “Nós já falamos sobre isso antes.”
Inclinei-me, cuspindo e enxaguando a boca. “Meu apartamento tem uma localização melhor.”
Suspirando, ela me deu sua resposta padrão: “Este lugar é maior. Você pode usar o segundo quarto como um escritório”.
“Meu apartamento é pago com aluguel.” Me movi para o chuveiro, ligando a água.
“Este lugar já está pago. É dos meus pais, não tem aluguel nenhum. Nós poderíamos poupar o dinheiro que você gasta com aluguel para comprar uma casa.”
“Eu não quero sair da cidade.”
Ela fez uma pausa, olhando para mim por algumas respirações tranquilas. “Bem, se eu não conseguir—ou quiser—uma posição no corpo docente da Universidade de Nova York nós teremos que mudar.”
Minha Hanna era sempre gentil, generosa, de olhos arregalados e curiosa—todas as coisas que eu sempre amei sobre ela—mas ela também era astuta, e sabia que ela poderia escolher entre uma porção de trabalhos em qualquer lugar do mundo.
Ela também sabia que eu poderia fazer o meu trabalho facilmente de praticamente qualquer lugar do mundo, também. Então, eu me prendi às nossas circunstâncias atuais: vivendo em Manhattan, Hanna enterrada em entrevistas de emprego e pesquisas de pós-doutorado, meu trabalho parecendo crescer exponencialmente a cada dia que se passava.
“Todos os meus livros estão lá. Todas as minhas coisas”, eu disse, sem convicção. “Onde eu iria colocar tudo?”
Ela sorriu. “Você sabe onde colocar.”
Eu entrei no chuveiro, repreendendo-a de brincadeira.
“E todas as coisas do papai podem ir pra Boston”, disse ela, seguindo-me sob a água. “Só estão aqui porque o lugar ficaria vazio sem elas.”
“Você quer que eu venha morar aqui”, eu disse, estendendo a mão para pegar o sabonete.
Hanna balançou a cabeça fazendo que sim.
“Eu tenho mobília que eu gosto,” eu disse a ela. “Onde é que vai ficar?”
“Nós mantemos o que você quiser, e colocamos as coisas da mamãe e do papai no armazenamento.”
Porra. Era difícil argumentar com isso.
“E todos os meus livros?”
Ela pegou o sabonete da minha mão, começou a distraidamente ensaboar sua pele. “Eles podem ficar nas prateleiras na sala de estar.” Bolhas de sabão cobriram seu pescoço, seus braços. . .
Eu assisti enquanto ela agarrava os seios com as mãos cheias de espuma, levantando-os, fingindo lavá-los vigorosamente para que balançassem.
“Quero dizer, nós não temos que morar juntos ainda. . .” Ela disse, fingindo se concentrar em suas mãos ensaboadas enquanto ela brincava com as minhas duas coisas favoritas na porra do mundo inteiro.
Meu pau se levantou entre nós, pronto para ação de novo.
“Olha pra você mexendo comigo.”, eu rosnei.
O sorriso dela era brincalhão, entregue através de olhos virados para cima. “Sim. Um pouco.”
“Você acha que tudo que você tem que fazer é balançar seus peitos pra mim e eu vou vir morar aqui?”
Ela empurrou o peito pra frente, balançando-os com um enorme sorriso.
Com um grunhido, me inclinei, sugando em seu pescoço e me perguntando se eu poderia fazer nós dois gozar em cinco minutos dessa vez.
“Ok, Ameixa. Eu venho morar aqui.”